Como criar conexões humanas significativas, na opinião de diversas pessoas pelo mundo
Apesar do aumento da conectividade digital, a solidão está crescendo. Este fenômeno é conhecido como o paradoxo da hiperconectividade, indicando que a proximidade digital não se traduz em intimidade ou suporte emocional.
Para reverter este cenário, são necessárias mudanças de comportamento e a prática de hábitos saudáveis, longe das telas. Mas como criar conexões humanas significativas? Veja a seguir as respostas de pessoas de diferentes países.
“Sempre tento conversar com as pessoas quando estou na rua. As pessoas que encontramos nas lojas, no parque, levando as crianças para a escola, são mais valiosas do que muita gente imagina. É importante sentir que sua comunidade local é realmente uma comunidade, e não apenas pessoas vivendo vidas totalmente desconectadas umas das outras”, Kirsty, Staffordshire, Inglaterra.
“Criei um grupo de futebol no WhatsApp para crianças da minha vizinhança. Ele reúne as pessoas uma ou duas vezes por semana para jogar futebol (sem custo algum). Não há treino — é só diversão”, Dominic, Berna, Suíça.
“Sempre que posso, ligo em vez de mandar mensagem. As pessoas me dizem que acham estranho no começo, mas depois passam a apreciar o toque mais humano”, Abena, Chennai, Índia.
“Visito meu café favorito e o dono se tornou um grande amigo. Frequentemente, há um pequeno grupo de pessoas lá, faça chuva ou faça sol, com quem posso bater um papo. Isso me proporciona uma conexão autêntica e me revigora para o resto do dia”, Rob, Worthing, Inglaterra.
“Sorria para as pessoas o máximo possível, converse nos ônibus e nas filas o máximo possível, agradeça às pessoas o máximo possível, ria com as outras pessoas o máximo possível”, Rosalind, País de Gales.
(foto: Magnific)

“Sempre reserve um momento para olhar alguém nos olhos e sorrir. Seja cortês com todos, abra portas, diga a alguém que você a aprecia e por quê. Além disso, ofereça-se para preparar e compartilhar uma refeição com os amigos dos seus filhos ou com alguém que você não vê há muito tempo”, Carma, Alasca, EUA.
“Recentemente, assumi uma horta comunitária e isso transformou minha vida. Não só notei benefícios consideráveis para a minha saúde física e mental, como também conheci muitas pessoas novas e me sinto muito mais integrada à minha comunidade”, Chloe, Cotswolds, Inglaterra.
“Ir religiosamente todas as semanas ao clube de jazz local para assistir a shows ao vivo”, Marie, Tamaki Makaurau, Nova Zelândia.
“É muito fácil ficar em casa, principalmente trabalhando remotamente, então me comprometo com várias atividades por semana. Faço pilates, tenho aulas de tênis e canto em dois corais. Também me comprometo a jogar nove buracos de golfe com amigos toda semana”, Jenny, Nova Jersey, EUA.
“Nunca recuso um convite. Além disso, sempre faço questão de cumprimentar as pessoas que estão sozinhas”, Kay, Londres, Inglaterra.
“Entrei para um coral”, Sue, Inglaterra.
“Uma vez a cada dois meses, participo de uma noite de ‘mostre e conte’ para adultos. As pessoas são convidadas a trazer um objeto que tenha um significado especial para elas e contar a história por trás dele. Sempre me emociono com a diversidade, o encanto e a generosidade com que as histórias são compartilhadas e recebidas. Acredito que a antiga arte de contar histórias é essencial para a nossa humanidade, especialmente agora, nesta época conturbada em que vivemos”, Kim, Castlemaine, Austrália.
“Comprei um cachorro — conheci mais gente desde então do que nos 18 anos anteriores”, Fiona, Reino Unido.
“Adoro escrever uma pequena resenha sobre um livro que li e colocá-la em uma das minhas pequenas bibliotecas comunitárias. Me sinto feliz em compartilhar algo com alguém, mesmo que seja algo pequeno”, Nana, Canadá.
“Quando nos mudamos para o Reino Unido, a ideia de começar uma vida completamente nova e conhecer novas pessoas era realmente assustadora. Conseguimos lidar com isso participando de um clube de ciclismo para ciclistas aposentados, um grupo de caminhada e fazendo trabalho voluntário com crianças pequenas. O mais divertido de tudo é ajudar crianças de seis anos com a leitura”, Nisha e Guido, Bristol, Inglaterra.
“Conversas profundas. Tento entender como os outros veem o mundo e, ao mesmo tempo, construir uma conexão mais forte”, Ana, Amsterdã, Holanda.
“Entrei para um grupo de homens. Nos reunimos a cada duas semanas e conversamos sobre conquistas e pontos a melhorar”, Martin, Nova Zelândia.
“Como introvertido, aprendi que a conexão não precisa ser barulhenta. Eu a construo através do tempo com a família, conversas profundas, experiências compartilhadas e mantendo contato com as pessoas que são importantes para mim”, Chris, Reino Unido.
Fonte: com informações do Positive News.






