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Pare de julgar “bom” versus “mau” e veja o mundo mais interessante

Quantas vezes você usou as palavras “bom” ou “ruim” hoje? Da previsão do tempo ao monitoramento da sua lista de tarefas, passando pela navegação nas redes sociais, as oportunidades para fazer avaliações instantâneas abundam.

E quanto mais você classifica as coisas nessas categorias, mais instintivo se torna fazer esses julgamentos. Você pode acabar filtrando tudo o que aparece em termos de “bom” ou “ruim”.

Uma publicação nas redes sociais sobre filhotes de animais desencadeia o “bom”, uma notícia sobre uma briga política desencadeia o “ruim”. Se esse tipo de categorização for a única lente pela qual interpreta o mundo, você perderá muita coisa.

Conforme a professora de filosofia e autora especialista em felicidade e bem-estar, Lorraine Besser, o estado de espírito de uma pessoa influencia suas experiências do mundo.

Quanto mais você reage instintivamente com um “bom” ou um “ruim”, menos do mundo se absorve. “Você terá menos probabilidade de envolver sua mente, exercitar a curiosidade e ter experiências interessantes.”

Rotular estreita a mente

Lorraine explica que, ao rotular instintivamente algo como bom ou ruim, você se concentra somente nas características que tornam aquela coisa boa ou ruim.

Em outras palavras, você olha para fora e tudo o que vê é a escuridão das nuvens, ameaçando seus planos para o dia. “Não percebe a criança passando, que também olha para as nuvens, mas com os olhos arregalados de admiração” exemplifica.

(foto: Freepik)

Quando tudo ao seu redor é apenas bom ou ruim, nada pode ser interessante, pois sua mente filtrou essas possíveis fontes de engajamento cognitivo e vê o que espera, nada mais.

Não faça julgamentos

Avaliações instantâneas estreitam a perspectiva e limitam o potencial da mente para se conectar e se envolver com outros aspectos das experiências. Mas você pode desbloquear esse potencial simplesmente resistindo a qualquer instinto de julgamento – em vez disso, enxergue o mundo sem tentar avaliar o que vê.

Livre dos julgamentos sem saída entre bom e ruim, você pode explorar o que é novo, se permitir ser desafiado e lidar com as complexidades inerentes às experiências humanas.

Por exemplo, deixará de ver um colega de trabalho como alguém difícil e irritante para reconhecê-lo como um indivíduo com imperfeições humanas que merece sua compaixão.

Portanto, pare de dizer ou pensar “bom” e “ruim”. Quando sentir vontade de fazer isso, force-se a dizer outra coisa. Comece agora e inicie sua jornada para se envolver com o mundo de uma forma mais gratificante.

Fonte: com informações Lorraine Besser, PhD, professora de Filosofia e autora internacional focada em temas de felicidade e bem-estar.

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